Sinais Iridológicos: mudanças de acordo com a idade (e modernidade)

Por Jennifer Lemos

Este ano resolvi voltar a fazer cursos de Iridologia. Nesse final de semana, comecei a fazer um curso de Microseometia Oftálmica. O nome não é simples, mas o conceito quase todo mundo já ouviu falar: analisar micro sinais no tecido das íris.

É engraçado que, por mais que eu tenha estudado na faculdade, feito cursos de especialização e trabalhar com isso, muitas vezes me atenho ao complexo e esqueço o mais simples, que normalmente é dúvida de muitos. No curso isso se tornou mais claro e então, resolvi explicar algumas coisas.

– É difícil analisar as íris de uma criança menor de 5 anos de idade, pois é uma fase que a íris ainda está amadurecendo. É nesse período que aparece a maior parte das características motivadas geneticamente.

– É dos 5 aos 12 anos de idade que se formam os principais sinais, e então, pode-se analisar melhor o indivíduo. A melhor fase, no entanto, compreende dos 13 aos 38 anos, aproximadamente. É nesse período que há a maior parte dos sinais e, então, a análise pode ser feita de maneira mais assertiva.

– Dos 38 anos à velhice é um período denominado de involução das características. Alguns sinais podem aparecer, característicos de determinadas idades, bem como alguns podem amenizar. Sabe quando diz-se que uma pessoa perdeu o “brilho no olhar”? Pois bem, a irisdiagnose pode explicar isso, mas não pode fazer previsões. É sempre bom lembrar!
Em consultório sempre enfatizo a herança genética contida nas íris. “Mas sou muito diferente dos meus pais e avós”, já ouvi argumentarem. Pois bem. Como dito anteriormente, nos primeiros anos de vida, a coloração e sinais são relacionados aos nossos pais ou avós, mas com o tempo, de acordo com hábitos adquiridos, ambiente vivido, alimentação, entre outros, mais sinais aparecem e é isso que dá a individualidade de cada caso.

Os iridólogos observaram que, devido à grande mudança de hábitos de vida que está ocorrendo de maneira acelerada, os sinais iridológicos também estão evoluindo. Antes, depressão, estresse e ansiedade não eram causas principais de tratamentos. Hoje, caracterizam-se como queixas mais frequentes em consultório.

Sinais que há quinze anos só eram vistos em maiores de 20 anos de idade, hoje podem ser observados em recém nascidos. E sinais característicos de pessoas com mais de 60 anos, já podem ser observados em pessoas de 50 anos.
Bom ou ruim? Não sabemos. O fato é que o mundo muda e nosso corpo está acompanhando tais modificações. E isso é visível em nossos olhos, literalmente.

Abaixo, três íris: mãe (44 anos) e dois filhos (28 anos e 25 anos). Deixo que vocês observem as semelhanças e diferenças.

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