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Cronorischio – traumas e irisdiagnose

Como já adiantei em nossa Fanpage, nesse final de semana estive em curso sobre Cronorischio – estudo de irisdiagnose e traumas vividos pelo indivíduo. O curso foi ministrado pelo Dr. Daniele Lo Rito, italiano que estudou as idades e as íris e, consequentemente, os sinais que indicavam traumas ocorridos.

Como sabem, já estudo isso desde 2007, quando realizei o primeiro curso de Microsemiótica Irídea com o Dr. Clodoaldo Pacheco. E, desde então, em minhas consultas, atento para os sinais que indicam idades onde possíveis traumas ocorreram. Isso porque, na maioria das vezes, as queixas físicas e/ou emocionais relatadas pelos interagentes estão relacionadas a situações traumáticas vividas há anos atrás.

Mas, uma vez, uma interagente, visivelmente incomodada com tantas lembranças negativas, me questionou: por que lembrar disso é importante?

Então, expliquei que o essencial não era a situação ocorrida. Mas como reagimos a determinadas situações? Você consegue perceber como reagiu quando ocorreu seu divórcio ou você sofreu um acidente de carro? Ou quando lá na infância você caiu de bicicleta ou foi humilhado por alguma professora na frente de colegas?

Você consegue perceber que, não importa a dimensão do trauma – se está nas íris é porque teve seu significado no momento – geralmente agimos da mesma maneira? Costumo dizer que é nossa “fórmula do sucesso”. Afinal, se você está bem hoje, é porque deu certo, não?

Mas já tentou agir diferente? Ao invés de chorar e entrar em um estado depressivo, procurar ajuda antes que isso aconteça? Ao invés de assumir o papel de super-homem ou super-mulher e lidar com as situações racionalmente e sem grandes impactos, chorar e não ter medo de mostrar suas fraquezas? Ou, quem sabe, ao invés de reagir com raiva diante de um trauma, não ter medo de se entregar para uma próxima relação?

Se fosse fácil, todos faríamos inconscientemente.

Mas não é simples. Porém, é possível.

Estudos mostram que nascemos com conexões próprias que dizem que somos predispostos a agir de determinada maneira. Tudo aquilo que herdamos e aquilo que vivemos tem muita importância, principalmente nos primeiros sete anos de vida.

Trazemos em nossas íris a história dos nossos avós, pais e parentes mais próximos. Além disso, trazemos emoções e reações que eles repetiram a vida toda. E mais: trazemos nossa história de vida.

Notamos, estudando as íris, que o ser humano repete experiências – eu vivo algo, sofro, aprendo (ou não) – e, algum tempo depois, passo por uma nova experiência. Devemos nos perguntar: por que a vida está me dando essa tarefa?

E, para isso, você não precisa fazer irisdiagnose. Basta pensar na sua vida. Consegue perceber o que você vem repetindo? As mesmas onversas ou doenças. Sempre as mesmas reclamações ou estados emocionais. Mesmos padrões de relacionamentos ou dificuldade de se relacionar.

O tratamento irá auxiliar a reinterpretar a situação traumática vivida. O que você viveu, fica contigo para sempre. Como você vai lidar com isso?

Renata Hermes
Naturologa
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